Hoje faço uma apresentação no The Creators Project. Deveria fazer um panorama sobre arte digital.

Cada vez mais me convenço que este termo caducou. Assim como Arte & Tecnologia, novas mídias e toda uma constelação de termos que perderam sentido com o processo irreversível da digitalização da cultura.

Vou partir então de um tema que me foi proposto pela Ivana Bentes (arte contemporânea pós mídias digitais) para uma palestra que fizemos juntas no começo do ano, no Oi Futuro no Rio.

Desde então, fizemos uma série de outras palestras juntas e fomos avançando nessa discussão.

A apresentação de hoje é um pouco resultado desses nossos encontros e um pouco o remix de uma curadoria que estou preparando para o ano que vem, no contexto do Instituto Sergio Motta.

O foco central são obras que dialogam com a contemporaneidade porque funcionam como dispositivos e, portanto, tensionam situações e configirações pré-estabelecidas e traçam estratégias de ação novas.

Essas obras constróem um campo de questionamentos que poderia ser sistematizado a partir de algumas linhas de força:

  • Consciência Planetária
  • Novos Formatos Audiovisuais
  • Relações Autorais Emergentes
  • Estratégias de Codificação
  • Ready Media
  • Espacialidades Nômades
  • Regimes de Interação
  • Políticas do Corpo Virtualizado

Selecionei alguns projetos que me parecem corresponder a essas diretrizes. Certamente vou ter que completar o slideshow que segue abaixo. Mais certamente ainda, não vou conseguir das conta de tudo que está embutido nesse Power Point.
Mas ficam certas idéias e um mapa de intenções registrados para futuras reflexões.

Arte Contemporânea Pós Mídias Digitais – Linhas de Força

14/08 – The Creators Project
Galeria Baró/ Emma Thomas
Rua Barra Funda 216