Semana passada, no dia 13, participei do IV Seminário de Arte & Fotografia promovido pelo Grupo de Pesquisa de Tadeu Chiarelli na ECA-USP.

Essa quarta edição do seminário “Arte, Cultura e Fotografia: memória, outros debates” apresentou além de palestras e comunicações, depoimentos de artistas (Cláudio Tozzi, Hudnilson Jr., Lia Chaia e eu, Giselle Beiguelman), acompanhados de comentários críticos de Rafael Vogt Maia Rosa, Ana Maria Albani de Carvalho, Paulo Sergio Duarte e Daniela Bousso, respectivamente.

Coube a mim e a Daniela Bousso a discussão e contextualização do pós-fotográfico em meus projetos e pesquisas. A conceituação que situou meus projetos sob essa rubrica — pós-fotográfico –partiu de Tadeu Chiarelli. Esse debate me permitiu fazer um recorte dentro de minha produção recente que jamais havia feito, sugerindo-me várias reflexões à luz das seleções que a Daniela fez e dos comentários do público presente.

Uma dessa reflexões desembocou no próprio título da minha apresentação em seu formato final, procurando sistematizar as análises feitas e o exercício de pensar minha produção de imagens conceitual e contextualmente. Em outras palavras, como percursos (de idas e voltas) dos stills on the move ao cinema parado, passando pela dissolução da paisagem.

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