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	<title>desvirtual &#187; hacktivism</title>
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		<title>Design de contra-informação</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Apr 2011 19:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gb</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aconteceu em Belo Horizonete neste fim de semana o seminário internacional Design e Política. Os slide da apresentação que fiz na mesa de encerramento estão aqui. Design e contra-informação View more presentations from giselle beiguelman Pontos altos do simpósio: palestra Saskia Sassen e a mesa de arte e política, com Eduardo de Jesus, Nelson Brissac, [...]]]></description>
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<p id="top" /><a href="http://desvirtual.com/web/wp-content/uploads/2011/04/seminario_design_bh.jpg"><img class="size-full wp-image-1890 alignnone" title="seminario_design_bh" src="http://desvirtual.com/web/wp-content/uploads/2011/04/seminario_design_bh.jpg" alt="" width="629" height="420" /></a><br />
Aconteceu em Belo Horizonete neste fim de semana o seminário internacional Design e Política.<br />
Os slide da apresentação que fiz na mesa de encerramento estão aqui.</p>
<div id="__ss_7777877" style="width: 595px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Design e contra-informação" href="http://www.slideshare.net/gbeiguelman/design-e-contrainformao" target="_blank">Design e contra-informação</a></strong> <object id="__sse7777877" width="595" height="497" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=seminariodesign-110429095632-phpapp01&amp;stripped_title=design-e-contrainformao&amp;userName=gbeiguelman" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse7777877" width="595" height="497" type="application/x-shockwave-flash" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=seminariodesign-110429095632-phpapp01&amp;stripped_title=design-e-contrainformao&amp;userName=gbeiguelman" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /> </object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/gbeiguelman" target="_blank">giselle beiguelman</a></div>
</div>
<p>Pontos altos do simpósio: palestra Saskia Sassen e a mesa de arte e política, com Eduardo de Jesus, Nelson Brissac, Javier Barilaro e Antonio Yemail.</p>

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		<title>Piratas: Os Dissidentes da Nova Ordem</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 00:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gb</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escrevi há pouco sobre a polêmica em torno da retirada da licença Creative Commons do Minc, privatização da cultura e a importância de criar estratégias de fomento às dissidências. Resolvi complementar e disponibilizar um pequeno ensaio &#8212; mais um longo post que um ensaio &#8212; feito a convite do Eduardo Brandão e da Cia de [...]]]></description>
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<p id="top" />Escrevi há pouco sobre a <a title="post sobre Minc, CC e Economia Criativa" href="http://www.desvirtual.com/minc/">polêmica em torno da retirada da licença Creative Commons do Minc, privatização da cultura e a importância de criar estratégias de fomento às dissidências</a>.</p>
<p>Resolvi complementar e disponibilizar um pequeno ensaio &#8212; mais um longo post que um ensaio &#8212; feito a convite do Eduardo Brandão e da Cia de Foto para o catálogo da exposição <a title="post sobre a exposição" href="http://www.desvirtual.com/fora-do-eixo-fora-de-casa-entre-piratas/">Histórias de Mapas, Piratas e Tesouros</a>, da qual participei como artista e palestrante.</p>
<p>Neste ensaio, seguindo a trilha aberta por André Gorz, defendo a pirataria como dissidência do capitalismo digital.</p>
<p>Faço uma breve revisão de imagens e concepções sobre o tema/termo na imprensa e concluo que aí, na chamada &#8220;mídia tradicional&#8221; ou &#8220;grande mídia&#8221;, o termo transformou-se em conceito guarda-chuva.<br />
Vale para designar procedimentos de remixagem, terrorismo, roubo, má-fé, falsificação e criações artísticas.</p>
<p>Contemplo alguns autores que estudaram com rigor o assunto, de diversos pontos de vista: jurídico (Lessig), econômico (Matt Mason), marketing (Semprini) e político (Gorz).</p>
<p>Analiso dois casos particulares: Amazon Noir, dos ciberativistas Alessandro Ludovico, Paolo Cirio e Ubermorgen, e uma GatoNet popular, a TV Nova Baixada.</p>
<p>O resto, vcs conferem <a title="ensaio: Piratas - Os Dissidentes da Nova ordem" href="http://www.desvirtual.com/text/piracy_pt.pdf" target="_blank">aqui</a></p>
<p><a href="http://www.openclipart.org/detail/115969" target="_blank">Imagem: Open Clip Art Library</a></p>

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		<title>Privatizar ou Politizar a Cultura?</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 21:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gb</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nem bem começou a gestão de Ana de Hollanda no Minc vem dando o que falar ( e o que protestar ). O primeiro ato de repercussão foi a retirada da licença Creative Commons do site do Ministério da Cultura. O argumento inicial que coisas públicas são públicas e não necessitam lastro de licenças me [...]]]></description>
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<p id="top" />Nem bem começou a gestão de Ana de Hollanda no <a title="site do Minc" href="http://www.cultura.gov.br" target="_blank">Minc</a> vem dando o que falar ( e o que protestar ). O primeiro ato de repercussão foi a<a title="Google News; creative commons + minc" href="http://www.google.com.br/search?q=creative+commons+minc&amp;hl=pt-BR&amp;prmd=ivns&amp;source=lnms&amp;tbs=nws:1&amp;ei=6EBYTb-AJ4nYgQeVroSgDQ&amp;sa=X&amp;oi=mode_link&amp;ct=mode&amp;cd=4&amp;ved=0CBoQ_AUoAw" target="_blank"> retirada da licença Creative Commons</a> do site do Ministério da Cultura.</p>
<p>O argumento inicial que coisas públicas são públicas e não necessitam lastro de licenças me parece absolutamente correto. Contudo, a alternativa de trocar a licença Creative Commons por uma advertência – “O conteúdo deste site, produzido pelo Ministério da Cultura, pode ser reproduzido, desde que citada a fonte”, conforme se lê no rodapé do site – é pior.</p>
<p>Sou muito mais <a title="gorz na wipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Gorz" target="_blank">Andre Gorz</a> que <a title="lessig blog" href="http://www.lessig.org/blog/" target="_blank">Lawrence Lessig</a>. Ou seja, interessa-me muito mais a anarquia potencial e corrosiva dos hackers – <a title="post sobre pirataria" href="http://www.desvirtual.com/piratas-os-dissidentes-da-nova-ordem/">os dissidentes do capitalismo digital</a>, como Gorz define em <em>O Imaterial</em> –  que as estratégias de acomodação, dentro da legalidade, da cultura do compartilhamento.</p>
<p>Em síntese, minha posição é por deixar tudo aberto e <a title="logo Copyleft" href="http://mud.wikia.com/wiki/File:Copyleft.png" target="_blank">copyleft</a>, sem gradações e matizes que criam esferas do que é permitido e o que não é, e correr o risco de fomentar a dissidência e redirecionar os processos.</p>
<p>Se o Minc quiser apostar na ética do compartilhamento e da autorregulação que sempre imperou na Internet, limando a licença CC, tem todo meu apoio e certamente de muitos outros. Se for para direcionar a discussão para o âmbito da privatização da cultura estou/estamos fora.</p>
<p>Uma <a title="cópia da entrevista de Ana de Hollanda" href="http://www.twitlonger.com/show/8q3hsg" target="_blank">entrevista concedida pela Ministra Ana de Hollanda à Folha de S. Paulo</a> justifica essa dúvida e corrobora a hipótese de <a title="post de Rodrigo Savazoni" href="http://reformadireitoautoral.org.br/lda/?p=487" target="_blank">Rodrigo Savazoni</a> e de outros pensadores/ativistas que admiro muito (como Cícero Silva, Andre Lemos, <a title="Ronaldo Lemo em O Povo" href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/vidaearte/2011/02/12/noticiavidaeartejornal,2101713/o-direito-humano-a-internet.shtml" target="_blank">Ronaldo Lemos</a>, Ivana Bentes, <a title="Caribe no Trezentos" href="http://www.trezentos.blog.br/?author=23" target="_blank">Caribe</a>, <a title="entrevista Sergio Amadeu" href="http://www.viomundo.com.br/entrevistas/sergio-amadeu-os-nacionalistas-que-a-microsoft-ama.html" target="_blank">Sergio Amadeu</a>, Erick Felinto, Henrique Antoun, entre vários outros que por algum lapso não cito), chamando a atenção, com diferentes  enfoques, para o fato de que o “caso da licença CC”  já indicava um deslocamento político que fazia jus ao ECAD e a uma visão comercial velhaguardista da cultura.</p>
<p>Confesso que insisti por um bom tempo em acreditar que essa era uma visão redutora do problema e que a Ministra estava mal assessorada no tema. Afinal as coisas públicas (especialmente conteúdos disponibilizados nos sites dos órgãos governamentais) são bens comuns e não demandam nenhuma licença de uso (muito menos advertências!) .</p>
<p>Mas a entrevista de Ana de Hollanda à Folha me obriga a repensar minha posição e convida a uma reflexão mais acurada. Nessa entrevista, a Ministra fala sobre a recém-criada Secretaria da Economia Criativa. Defende que “tratar a cultura como indústria vai permitir emancipar o mundo da criação e livrá-lo dos &#8220;vícios&#8221; das leis de incentivo.”</p>
<p><a title="@ivanabentes" href="http://twitter.com/#!/ivanabentes" target="_blank">Ivana Bentes</a> aponta com clareza as implicações desse racicíonio quando afirma “É claro que temos que repensar a Lei Rouanet, do Audiovidual e outras, mas não existe sustentabilidade sem financiamento nem muito menos Indústria. A questão não é criar nova mediação industrial e &#8220;profissionalizar&#8221; os artistas PARA a Indústria.  Há uma inversão total. Ao invés de financiar o precariado/artistas, o autônomo, o novo Minc se propõe a financiar o Capital, a Indústria!”</p>
<p>A discussão sobre Economia Criativa é estratégica, ninguém discorda. Mas ela não pode ser feita sobre uma perspectiva tradicional, retomando velhos modelos de produção industrial. Tem que ser feita investindo nas possibilidades que se abrem nos circuitos de criação pós-industrial, como o mercado de apps tem demonstrado.</p>
<p>Nesse contexto, o que poderia ocupar o debate sobre Economia Criativa seriam outras políticas culturais (e não modelos industriais).  Políticas comprometidas, por exemplo, com mais investimentos nos <a title="Pontos de Cultura" href="http://www.cultura.gov.br/culturaviva/ponto-de-cultura/" target="_self">Pontos de Cultura</a>, refletindo sobre eles como estratégias para fomentar as dissidências criativas e novas formas de politizar a cultura em todas as suas instâncias e vertentes.</p>

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		<title>Do Link ao Leak</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 23:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gb</dc:creator>
				<category><![CDATA[hacktivism]]></category>
		<category><![CDATA[digital culture]]></category>
		<category><![CDATA[nomadism]]></category>
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		<description><![CDATA[Participo hoje, dia 10, 19h30, no Itaú Cultural do Seminário Internacional Rumos Jornalismo Cultural, em debate com o super Kenneth Goldsmith da UbuWeb. A Rachel Bertol, jornalista e curadora do evento, nos sugere discutir: Como as transformações tecnológicas podem impactar o diálogo do jornalismo cultural com o público, uma vez que não é só o [...]]]></description>
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<p id="top" />Participo hoje, dia 10, 19h30, no Itaú Cultural do Seminário Internacional <a title="Programação" href="http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2841&amp;cd_materia=1469" target="_blank">Rumos Jornalismo Cultural</a>, em debate com o super <a title="UbuWeb" href="http://www.ubu.com/" target="_blank">Kenneth Goldsmith da UbuWeb</a>.</p>
<p>A Rachel Bertol, jornalista e curadora do evento, nos sugere discutir:</p>
<p>Como as transformações tecnológicas podem impactar o diálogo do jornalismo cultural com o público, uma vez que não é só o jornalista que produz e veicula informações? Qual é o papel do jornalismo cultural frente às novas e muitas maneiras encontradas pelo público para acessar e produzir bens culturais?</p>
<p><strong>Só dá para falar de <a title="WikiLeaks" href="http://213.251.145.96/" target="_blank">WikiLeaks</a>&#8230;*</strong></p>
<p>Vou sistematizando alguns pontos:</p>
<p><strong>O WikiLeaks, e tudo que vem acontecendo desde o dia 28 de novembro, põe em questão um modelo do jornalismo.</strong></p>
<p>Mostra que o jornalismo investigativo, do tipo <a title="Watergate na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Watergate" target="_blank">Watergate</a>, que tinha seus pilares fincados no jornalista de um grande órgão e suas fontes privilegiadas, cede espaço agora a um organismo midiático retroalimentado por uma uma multidão, no sentido que <a title="Multidão" href="http://books.google.com.br/books?id=Oy_XLnAQwTwC&amp;lpg=PP1&amp;ots=umumbc7ea7&amp;dq=multid%C3%A3o%20toni%20negri&amp;pg=PP1#v=onepage&amp;q&amp;f=false" target="_blank">Toni Negri</a> dá ao termo.</p>
<p>Essa multidão “inputa” os dados no sistema e esses dados são distribuídos pelo WikiLeaks.</p>
<p>Não há edição prévia desse material ou uma hierarquização de seu conteúdo.</p>
<p><em>A informação não aparece</em> depois de ser lapidada por um jornalista. <em>A informação acontece</em> como dado bruto e chega no jornalista.</p>
<p><strong>É muito mais importante a parte Leaks do que a parte Wiki do WikiLeaks</strong></p>
<p>A noção de “vazamento” remete a questões caras à <a title="Livro para download" href="http://www.scribd.com/doc/15478873/MilPlatosVol5GillesDeleuzeFelixGuattari" target="_blank">filosofia contemporânea</a>, às dinâmicas entre espaços lisos 	e estriados, processos de desterritorialização  e territorialização, nomadismo e sedentarização, <a title="remix de Nelson Brissac" href="http://www.pucsp.br/artecidade/novo/publicacoes/index.htm" target="_blank">máquinas de guerra e aparelhos de captura</a>.</p>
<p><strong>As últimas revelações do WikiLeaks e o alarde em torno de factóides e futricas indicam a <a title="TMZ - Celebrity Gossip and Entertainment News" href="http://www.tmz.com/" target="_blank">TeeMização</a> do jornalismo e dos corpos diplomáticos.</strong></p>
<p>O álbum “<a title="Álbum do UOL" href="http://noticias.uol.com.br/album/101130_wiki_lideres_album.jhtm" target="_blank">A imagem dos líderes mundiais segundo documentos vazados do WikiLeaks</a>” do UOL não deixa dúvidas sobre isso. Filtra o que se pode saber sobre os líderes mundiais a partir dos documentos que vazaram e as conclusões são as seguintes:</p>
<p>Cristina Kirchner irrita-se com críticas, Chávez é louco, Ahmadinejad lembra Hitler, o presidente afegão Hamid Karzai não manda nada, Angela Merkel, chanceler alemã, não se arrisca, não dá para confiar no primeiro-ministro de Israel, Biniamin Nethenyahu.</p>
<p><strong>WikiLeaks é uma rede no seu sentido mais pleno, com capacidade de auto-regulação, crescimento e contração rizomática.</strong></p>
<p><strong></strong>É uma verdadeira “Máquina de Guerra” contra os “Aparelhos de Captura”.<br />
O Pay Back dos hackers comprova a hipótese.</p>
<p><strong>Uma das dobras mais interessantes do WeakLeaks foi o <a title="Notícias sobre o Pay Back dos hackers" href="http://www.google.com.br/search?q=pay+back+wikileaks&amp;hl=pt-BR&amp;prmd=ivn&amp;source=univ&amp;tbs=nws:1&amp;tbo=u&amp;ei=82EBTY28McG88gaA7uT1Ag&amp;sa=X&amp;oi=news_group&amp;ct=title&amp;resnum=1&amp;ved=0CC0QqAIwAA" target="_blank">dia do Pay Back</a>.</strong></p>
<p><strong></strong>Não deixa dúvida sobre a precisão de <a title="André Gorz na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Gorz" target="_blank">Andre Gorz</a> ao afirmar que os hackers <a title="O Imaterial no Google Books" href="http://books.google.com.br/books?id=Tn2GRU3uTtIC&amp;lpg=PP1&amp;dq=Andre%20Gorz%20O%20Imaterial&amp;pg=PP1#v=onepage&amp;q&amp;f=false" target="_blank">são os dissidentes do capitalismo digital</a>.</p>
<p><strong>WikiLeaks vaza e não linka.</strong></p>
<p><strong></strong>Onde o link articula pontos de partida e de chegada, o WikiLeaks vaza, escorre. Deslocando redes, criando outras articulações temporárias, núcleos de informação que são realocados, dados que migram e são recontextualizados.</p>
<p>*Esses meus vazamentos só foram possíveis depois de uma tarde de conversa longa com <a title="Contra a Clicagem Burra" href="http://www.contraaclicagemburra.blogspot.com/" target="_blank">Luciana Moherdaui</a>, <a title="Blog da Polyana Ferrari" href="http://www.pollyanaferrari.com.br/" target="_blank">Polyana Ferrari</a> e <a title="Software Studies BR" href="http://www.softwarestudies.com.br/" target="_blank">Cicero Silva</a> e das minhas caminhadas matinais com o <a title="Arte/Cidade" href="http://www.artecidade.org.br" target="_blank">Nelson Brissac</a>.</p>

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		<title>Technophagic Emergence</title>
		<link>http://www.desvirtual.com/technophagic-emergence/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=technophagic-emergence</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 17:44:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gb</dc:creator>
				<category><![CDATA[hacktivism]]></category>
		<category><![CDATA[criticism]]></category>
		<category><![CDATA[digital art]]></category>
		<category><![CDATA[digital culture]]></category>

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		<description><![CDATA[Today I presented my paper at the Latin American Forum in ISEA 2010. I talked about Creative and Critical Trends of Digital Culture in Brazil. Here is the paper, the slides and the PDF. Technophagic Emergence Creative and Critical Trends of Digital Culture.BR Giselle Beiguelman @gbeiguelman Artistic Director, Sergio Motta Institute www.ism.org.br Brazil Brazilian production [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p id="top" />Today I presented my paper at the Latin American Forum in <a href="http://www.isea2010ruhr.org/" target="_blank">ISEA 2010</a>.</p>
<p>I talked about Creative and Critical Trends of Digital Culture in Brazil.</p>
<p>Here is the paper, the slides and the <a href="http://www.desvirtual.com/text/tecnofagicos_isea2010_en_gbeiguelman_.pdf" target="_blank">PDF</a>.</p>
<p><strong> Technophagic Emergence</strong></p>
<p><strong>Creative and Critical Trends of Digital Culture.BR</strong></p>
<p>Giselle Beiguelman<br />
<a href="http://www.twitter.com/gbeiguelman">@gbeiguelman</a><br />
<a href="http://www.ism.org.br" target="_blank">Artistic Director, Sergio Motta Institute</a><br />
www.ism.org.br<br />
Brazil</p>
<p>Brazilian production in the field of digital culture reveals an emerging technophagic tendency, a process that devours and grinds technology and which is mediated by a critical, creative use of the media. Such tendency appears in alternative economic models, artistic practices that promote other actions, and pirate systems devoted to  collective uses of telecommunications.</p>
<p>Technophagy is not a movement, but a conceptualization that I’ve developed to refer to operations that mix tradition and innovation, unusual arrangements between scientific knowledge and artisanal lore, and micropolitical actions on the appropriation of technologies. That tendency can be an initial version of a political and aesthetic practice that operates by means of the combination and the remodeling of equipment, the revalidation of the notions of hi and low tech, and the production of devices capable of promoting other forms of creation. Its context is globalization and the process of digitizing culture at all levels.</p>
<p>The intensity of this process in Brazil is changing not only the economic and  geopolitical status of the country in the world, but also the forms of relation with technological devices, including the social profile of those who have access to the Internet. Nowadays, this social profile is mainly constituted by lower-middle and lower classes (52%) based at LAN houses located in the suburbs and in slums (Ibope 2009, Brazilian Internet Steering Committee 2010; p. 244, Lemos and Martini 2009).</p>
<p>The social profile of access to Information and Communication Technologies is not the only thing that has changed a lot in recent years. The forms of production and diffusion of culture have also changed dramatically. These novelties led to several independent actions, such as Overmundo and Casa da Cultura Digital, which are projects with the aim of establishing circuits to spread the cultural production. In addition, they led to the emergence of temporary networks devoted to the creation of devices that can generate another creative actions proposing new economic models.</p>
<p>It’s worth mentioning the Circuito Fora do Eixo, a network of small initiatives in the music industry and devoted to the exchange of technology, conceived in 2005 by cultural producers from cities located outside the mainstream circuit of the Brazilian cultural economy, i.e., outside the Rio de Janeiro-São Paulo circuit. The network grew and today it has nodes all over the country, being responsible for many festivals, including international initiatives like the Grito Rock South América. In their own words: “It proved to be possible to produce in large scale in a self-sustaining chain, in direct contact with producers from other states through a network of information based in small units in favor of large stocks.”</p>
<p>This wave of new production models occurs in the context of a remarkable growth in the purchasing power. From 2003 through 2008 the income of Brazil’s poorest population grew 72%, what made 18.5 million people leave the poverty line, while other 32 million became part of richer segments. The impact of these changes on consumption capacity is undeniable and has created new social profiles in the C and D classes. Experts now call them “impulsive consumers”. (M. C. Neri 2010; Nova S/B and Ibope Intelligence 2009)</p>
<p>The perverse effects of this sudden growth on consumption capacity are waste and the fast disposal of technological goods. The counterpoint to that situation is represented by flowing groups, such as Gambiologia.net, Metareciclagem, Estúdio Livre and LabOCA, that combine the recycling of equipment and the exploration of open source software. These collective initiatives as a whole are configuring a hi-low tech aesthetic, with great potential for ecological and political agency. Such new aesthetic can be observed in works by artists Fernando Rabelo, Mariana Manhães, and Lucas Bambozzi, among others.</p>
<p><em> Mobile Crash</em>, by Bambozzi, for example, addresses the realm of consumption giving the audience the role of a player in the planned obsolescence game. It is an installation based on four interactive projections that react to the presence of visitors. A rhythmic sequence of short videos of technological devices being crushed by a hammer, divided in 12 levels of intensity, exacerbate in response to the intensity of the gestures of the audience. The more we move, the more quickly symbols of luxury are turned into e-trash. The result is an interactive process that stresses a hypothesis by anthropologist Néstor Canclini (2006) who observes that the new communication technologies have expanded the notion of citizenship, incorporating consumption practices to its exercise.</p>
<p>This relation between consumption related to ICTs and citizenship comprehends certain pirate strategies, such as the one adopted by the Nova Baixada TV, a “clandestine” cable TV net that had 30 thousand clients in Rio de Janeiro who paid a subscription 90% cheaper than that of the official cable TV operator and had access to all the channels available. It’s worth reminding that, besides being cheaper, the net reached places where the corporations couldn&#8217;t go, using their technological resources. In addition, the Nova Baixada broadcast pirate copies of newly launched movies and had its own programming with channels specialized in funk music and sports. The net used to generate U$ 300 thousand a month and had 40 employees. It was closed by the police recently, but new nets are emerging to take its place.</p>
<p>In spite of their different profiles, these several technophagic practices are a phenomenon directly related to the ongoing process of digitizing culture in Brazil. On the one hand, they are characterized as being in charge of an ironic reinvention of technology and, on the other hand, as having an agency capacity to spread alternative models of creative economy, thus proposing new circuits in the consumption market and, at the same time, bringing them into question.</p>
<p>References</p>
<p>Brazilian Internet Steering Committee (2010) <em>Survey on the use of Information and Communication Technologies in Brazil- 2009.</em> São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil.<a href="http://www.cetic.br/" target="_blank"> http://www.cetic.br/</a> [Accessed 15 June 2010].</p>
<p>Canclini, Néstor G. <em>Consumidores e cidadãos.</em> 6th ed. Translation: Mauricio Santana Dias. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2006.</p>
<p>Ibope. “Internet para as massas .” <em>Ibope.</em> 22 June 2009. <a href="http://www.ibope.com.br/" target="_blank">http://www.ibope.com.br/</a> [Accessed 15 June 2010].</p>
<p>Lemos, Ronaldo and Martini, Paula. “LAN Houses: A new wave of digital inclusion in Brazil.” <em>Publius Project.</em> 21 September 2009. <a href="http://publius.cc/" target="_blank">http://publius.cc/</a> [Accessed 15 June 2010].</p>
<p>Neri, Marcelo Cortes. <em>The Little Big Decade: Crisis Scenarios and the New Middle Class.</em> Rio de Janeiro: Centro de Políticas Sociais &#8211; FGV, 2010. <a href="http://www3.fgv.br/ibrecps/c2010/" target="_blank">http://www3.fgv.br/ibrecps/c2010/</a> [Accessed 15 June 2010].</p>
<p>Nova S/B and Ibope Inteligência. “Projeto +100.” July 2009. <a href="http://www.cardnews.com.br/dados/Alessandro_Silvia-julho2009.pdf " target="_blank">http://www.cardnews.com.br/dados/Alessandro_Silvia-julho2009.pdf </a>[Accessed 15 June 2010].</p>
<div id="__ss_5062361" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Technophagic Emergence" href="http://www.slideshare.net/gbeiguelman/technophagic-emergence">Technophagic Emergence</a></strong><object id="__sse5062361" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=isea2010-100826121816-phpapp01&amp;stripped_title=technophagic-emergence" /><param name="name" value="__sse5062361" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse5062361" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=isea2010-100826121816-phpapp01&amp;stripped_title=technophagic-emergence" name="__sse5062361" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>New Book: Urban Screens</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 22:59:52 +0000</pubDate>
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<p><em><strong>The Urban Screens Reader</strong></em> é o quinto livro publicado pelo<strong> </strong> <a title="inc website" href="http://networkcultures.org/wpmu/portal/" target="_blank">Institute of Network Cultures de Amsterdam</a>, dirigido pelo mestre Geert Lovink. Os livros podem ser pedidos pelo correio e baixados em <a title="urban screens reader" href="http://networkcultures.org/wpmu/portal/files/2009/12/US_Reader.pdf" target="_blank">PDF</a>.</p>
<p>Neste volume, em que participo com um ensaio sobre arte pública em contextos nômades, há ensaios imperdíveis de Saskia Sassen, Sean Cubitt, Scott McQuire e Andreas Broeckman, entre outros.</p>
<p>Mais sobre o livro, abaixo. Para fazer o download, <a title="urban screens reader" href="http://networkcultures.org/wpmu/portal/files/2009/12/US_Reader.pdf" target="_blank">aqui.</a></p>
<p><strong>about the book</strong>: The <a href="http://networkcultures.org/wpmu/portal/files/2009/12/US_Reader.pdf" target="_blank">Urban Screens Reader</a> is the first book to focus entirely on the topic of urban screens. In assembling contributions from a range of leading theorists, in conjunction with a series of case studies dealing with artists’ projects and screen operators’ and curators’ experiences, the reader offers a rich resource for those interested in the intersections between digital media, cultural practices and urban space.</p>
<p><strong>contributors:</strong> Simone Arcagni, Alice Arnold, Giselle Beiguelman, Liliana Bounegru, Kate Brennan, Andreas Broeckmann, Uta Caspary, Sean Cubitt, Annet Dekker, Jason Eppink, Ava Fatah gen. Schieck, Mike Gibbons, M. Hank Haeusler, Bart Hoeve, Erkki Huhtamo, Karen Lancel, Hermen Maat, Meredith Martin, Scott McQuire, Julia Nevárez, Sabine Niederer, Shirley Niemans, Nikos Papastergiadis, Soh Yeong Roh, Saskia Sassen, Leon van Schaik, Jan Schuijren, Audrey Yue.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><strong>contributors:</strong> Simone Arcagni, Alice Arnold, Giselle Beiguelman, Liliana Bounegru, Kate Brennan, Andreas Broeckmann, Uta Caspary, Sean Cubitt, Annet Dekker, Jason Eppink, Ava Fatah gen. Schieck, Mike Gibbons, M. Hank Haeusler, Bart Hoeve, Erkki Huhtamo, Karen Lancel, Hermen Maat, Meredith Martin, Scott McQuire, Julia Nevárez, Sabine Niederer, Shirley Niemans, Nikos Papastergiadis, Soh Yeong Roh, Saskia Sassen, Leon van Schaik, Jan Schuijren, Audrey Yue.</div>

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		<title>Artivismo, Circuito e Marcas</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 21:07:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gb</dc:creator>
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<p id="top" /><div class="wp-caption left" style="width: 644px"><img src="http://www.desvirtual.com/images/hoa.jpg" alt="by Ola Persson" width="634" height="493" /><p class="wp-caption-text">foto: Ola Persson</p></div></p>
<p>Sábado passado fiz uma palestra na <a title="Site Red Bull House of Art" href="http://redbullhouseofart.com.br/" target="_self">Red Bull House of Art</a>, a convite dos curadores &#8211; <a title="Curadores Red Bull House of Art" href="http://redbullhouseofart.com.br/curadoria/" target="_self">Lucas Bambozzi e Maria Monteiro</a>. Passei por lá em um momento privilegiado do projeto: entre exposições (a nova aliás abre dia 4 e promete). Além de ter uma visão privilegiada do processo, entrando nos ateliês dos artistas residentes e garimpando o <a title="Hotel Central - Av. S. João" href="http://www.piratininga.org/hotel_britania/hotel_britania.htm" target="_blank">Hotel Central</a>, pude desfrutar de um público interessante e interessado que expandiu bastante as questões que procurei levantar na palestra.</p>
<p>Minha idéia inicial era fazer uma discussão sobre <strong>espaços  além-tela e  além-parede da arte contemporânea</strong>, por meio de projetos que se relacionam criticamente com o circuito de arte, propondo <strong>espaços alternativos de ação</strong> e/ou <strong>reinventando os usos convencionais das mídias e plataformas</strong>.</p>
<p>Um incidente ocorrido numa troca de emails entre eu a a Cassia Rossini, produtora do HOA, no fechamento da proposta da palestra, acabou por dar a tônica da apresentação. Onde Cassia escreveu contato, li contrato. Passada a confusão, bingo! Era isso que interessava problematizar: <strong>estratégias capazes de operar a passagem do contrato ao contato</strong>.</p>
<p>Isso fomentou um debate e reflexões muito interessantes sobre relação da produção artística com ações de marketing e marcas, tensionamento dos circuitos de criação, fomento e circulação das obras, artivismo e conversão do público (audiência passiva) em <a title="multidão por toni negri" href="http://netart.incubadora.fapesp.br/portal/referencias/negri" target="_blank">multidão</a> (no sentido qualitativo e não quantitativo do termo, ou seja como coletivo inteligente, de acordo com Negri).</p>
<p>A conferência e a conversa que se seguiu foi gravada em vídeo e está <a title="Do Contrato ao Contato - Video" href="http://www.vimeo.com/7888311" target="_blank">disponível no Vimeo</a>, dividida em pequenos blocos de não mais que 10 minutos.</p>
<p>Os slides com os projetos que foram apresentados para fomentar a conversa, estão logo abaixo.</p>
<div id="__ss_2625809" style="width: 425px; text-align: center;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Arte além-tela, além-parede: Do Contrato ao Contato" href="http://www.slideshare.net/gbeiguelman/arte-almtela-almparede-do-contrato-ao-contato">Arte além-tela, além-parede: Do Contrato ao Contato</a><object style="margin: 0px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=redbull-091201134337-phpapp02&amp;stripped_title=arte-almtela-almparede-do-contrato-ao-contato" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin: 0px;" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=redbull-091201134337-phpapp02&amp;stripped_title=arte-almtela-almparede-do-contrato-ao-contato" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>

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