Raymond Queneau, Cent mille milliards de poèmes, Gallimard, 1961. Maquette de Massin

Desde agosto, mais precisamente desde o desastre do Timthumb, que este site anda bem capenga.

Não consegui ainda me reorganizar, tive que reformatar o servidor (um saco!), não me entendi mais com o MySQL (e o que é a vida em WordPress sem ele?), mas decidi, pelo menos, atualizar um pouco este meu web-cadáver com alguns artigos e ensaios recentes.

Seguem aqui:

Minha entrevista com o Kenneth Goldsmith, fundador e editor do já mítico UbuWeb, sobre o livro novo dele — Uncreative Writing: Managing Language in a Digital Age (Columbia University Press, New York, 2011) – com direito a um extrato do livro traduzido para o português. Baixe: Copiar é preciso, inventar não é preciso

O artigo sobre a micropolítica econômica do dinheiro open source — A arte de fabricar dinheiro — em que comento inciativas como as do Circuito Fora do Eixo, Time Notes do artista argentino Gustavo Romano e P2P Gift Credit Card, do Paolo Cirio, entre vários outros projetos e iniciativas;

(esses dois textos foram publicados na revista seLecT, num. 1, agosto/setembro, 2011)

O meu capítulo “Territorialización y agenciamento en las redes (en busca de la Anna Karenina de la era de la mobilidad)“, publicado no livro Nomadismos Tecnológicos (Barcelona: Ariel, 2011), que organizei com Jorge La Ferla. O livro saiu primeiro em castelhano e no fim do outubro chega a edição brasileira pela editora Senac;

Outro: “Media Voices: Beyond Talking Heads“, publicado pela MIT Press em V01ce: Vocal Aesthetics in Digital Arts and Media (Norie NeumarkRoss Gibson and Theo Van Leeuwen, eds. 2010)

E mais: “Public Art in Nomadic Contexts”, IN: Urban Screens Reader (Scott McQuire, Meredith Martin and Sabine Niederer, eds.), Amsterdan: Institute of Network Cultures, 2009