Este artigo aborda as estéticas da memória que emergem no horizonte da cultura digital, discutindo as noções de ruína, conservação e arquivo em relação aos processos contemporâneos de “overdose documental”, perda e obsolescência programada. Defendo que a iminência da perda e a possível impossibilidade de restauração e recuperação se tornaram o “padrão”, e não a exceção, no ecossistema do armazenamento digital. Aprender a lidar com esse estado permanente de ausência pode ser crucial para uma nova compreensão das bases da preservação histórica.
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