Estou numa fase difícil. Entre trabalhos mil,  fico fuçando os arquivos e os links sobre meu pai, Prof. Bernardo Beiguelman, falecido no dia 5 de outubro.

A UNICAMP. universidade a que ele dedicou a carreira, dignificando a idéia e prática do serviço público, da pesquisa e da docência, organiza uma seção em seu Centro de Memória em sua homenagem.

Em função disso, encontrei seu manuscrito, não publicado, sobre a necessidade de pensar, de um ponto de vista antropofágico, as políticas e o fazer ciência no Brasil.

Ali ele fala sobre a precariedade de nossas instituições. (Precariedade mais ideológica do que real, por vezes…)
Sem ceder aos clichês dos supostamente pobrezinhos.
Sem ceder ao “citacionismo” e à maquina dos rankings.
Sem ceder, como ele dizia, a uma abordagem de milhagens de voô para creditar o estatuto e a importância de um pesquisador.

Não tenho o texto original. Vou vasculhar seu computador.

O que vai aqui é produto do garimpo da jornalista Tatiana Nahas. Foi ela quem publicou a pérola Por um Movimento Antropofágico em Ciência no seu blog. Segue.