Esta é uma investigação da transformação da imagem em uma interface que questiona o papel do código algorítmico na construção do visual e explora o processo de desmaterialização/reconstrução da identidade por meio da imagem nas redes sociais. Partimos de um diálogo conceitual com o filme Blow Up (Antonioni, 1966) para realizar uma releitura dos ensaios seminais de Vilém Flusser sobre fotografia na forma de experiência estética.
Comissionado pela Bienal Internacional de Sevilla (BIACS 3). Curadoria: Peter Weibel
Crítica no El País

